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VOX BIO A VOZ D BIOLOGIA-ANÁLISE DA COMUNIDADE BROMELÍCOLA NO CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO Olin Gabriel Vieira Nascimento1, Benjamim Cainã Dias de Oliveira1, Márcia Cristina Teles Xavier1 1. Universidade Federal de Sergipe


VOX BIO


A VOZ DA BIOLOGIA


ECOLOGIA DE COMUNIDADES





ANÁLISE DA COMUNIDADE BROMELÍCOLA NO CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO
Olin Gabriel Vieira Nascimento1, Benjamim Cainã Dias de Oliveira1, Márcia Cristina Teles Xavier1
1.       Universidade Federal de Sergipe

Bromélias pertencem a família bromeliaceae. Elas possuem folhas dispostas de modo a acumular água, o que permite sobrevivência em lugares com pouca água, além de permitir que vários microinvertebrados coexistam nessa água acumulada. A biogeografia de ilhas desenvolvida pelos biólogos Robert MacArthur e Edward Wilson possui alguns fundamentos necessários para explicar os fatores que afetam a riqueza de espécies em ilhas isoladas. Os materiais foram coletados na UFS no Campus São Cristóvão, durante os dias 6 e 7 de dezembro, em uma área onde possuía uma maior concentração de bromélias aos redores do Departamento de Biologia. Com o auxílio de uma pipeta descartável a água do fitotelma da Bromélia foi coleta, e com uma pazinha de jardinagem as folhas que estavam ao redor do fitotelma também foram coletadas, e armazenadas em copo com álcool 96o. Em laboratório, as análises coletadas foram colocadas em placas de petri, e colocadas em lupas binoculares a fim de identificar possíveis microinvertebrados que coexistem nas Bromélias. A tabulação dos dados foram feitas no Excel, a Regressão Linear feita no PAST, e a partição da Diversidade-BETA feita no R. A riqueza das espécies encontradas foram B1:10, B2:10, B3:6, B4:14, B5:16, B6:14, com uma abundância de B1:88, B2:111, B3:13, B4:73, B5:121, B6:95. A Regressão Linear de Riqueza por Distância (p= 0.50269), Abundância por Distância (p= 0.72962) e Índice de Shannon por Perímetro (p= 0.72355) não deram resultados significativos. A partição da Diversidade-BETA feita no R, deu um resultado de 0.7821782, onde esse resultado significa que possui uma dissimilaridade entre as áreas de Bromélias estudadas. A maior parte dessa diferença é por meio da substituição de espécies (0.6764706), onde as regiões possuem o mesmo número de espécies, mas espécies diferentes. A diferença é menor por meio da Perda (0.1057076).
 ANÁLISE DA COMUNIDADE BROMELÍCOLA NO CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO

Olin Gabriel Vieira Nascimento1, Benjamim Cainã Dias de Oliveira1, Márcia Cristina Teles Xavier1
1.       Universidade Federal de Sergipe

Bromélias pertencem a família bromeliaceae. Elas possuem folhas dispostas de modo a acumular água, o que permite sobrevivência em lugares com pouca água, além de permitir que vários microinvertebrados coexistam nessa água acumulada. A biogeografia de ilhas desenvolvida pelos biólogos Robert MacArthur e Edward Wilson possui alguns fundamentos necessários para explicar os fatores que afetam a riqueza de espécies em ilhas isoladas. Os materiais foram coletados na UFS no Campus São Cristóvão, durante os dias 6 e 7 de dezembro, em uma área onde possuía uma maior concentração de bromélias aos redores do Departamento de Biologia. Com o auxílio de uma pipeta descartável a água do fitotelma da Bromélia foi coleta, e com uma pazinha de jardinagem as folhas que estavam ao redor do fitotelma também foram coletadas, e armazenadas em copo com álcool 96o. Em laboratório, as análises coletadas foram colocadas em placas de petri, e colocadas em lupas binoculares a fim de identificar possíveis microinvertebrados que coexistem nas Bromélias. A tabulação dos dados foram feitas no Excel, a Regressão Linear feita no PAST, e a partição da Diversidade-BETA feita no R. A riqueza das espécies encontradas foram B1:10, B2:10, B3:6, B4:14, B5:16, B6:14, com uma abundância de B1:88, B2:111, B3:13, B4:73, B5:121, B6:95. A Regressão Linear de Riqueza por Distância (p= 0.50269), Abundância por Distância (p= 0.72962) e Índice de Shannon por Perímetro (p= 0.72355) não deram resultados significativos. A partição da Diversidade-BETA feita no R, deu um resultado de 0.7821782, onde esse resultado significa que possui uma dissimilaridade entre as áreas de Bromélias estudadas. A maior parte dessa diferença é por meio da substituição de espécies (0.6764706), onde as regiões possuem o mesmo número de espécies, mas espécies diferentes. A diferença é menor por meio da Perda (0.1057076).

      Resumo
O trabalho é explicado com base , na teoria de biogeografia de ilhas , essa teoria explica que quanto menor a ilha menor a sua riqueza e diversidade , sendo que fora medido o perimetro das bromélias  e a distância ente as manchas , incluindo a morfotipagem faunistica encontrada , nas amostras essa teoria se confirma na amostra B3 pois é a mais isolada de todas e com números de riqueza e diversidade bem reduzidos em comparação as demais , sendo o seu perímetro o menor de todos , segundo o biologo e professor de Havard  Edward Wilson, as ilhas são uma espécie de laboratório, de interações biológicas , no laboratório estudado observa-se que houve uma variação sim na riqueza de espécies de bromélia , as manchas isoladas  tinham menor riqueza , quanto as manchas maiores  detiam maior riqueza , sendo que o maior perímetro não foi detectado uma grande riqueza em comparação a manchas de perímetro  inferior , uma diferença expressiva  foi detectada  maior riqueza em B5 em comparação a maior mancha B1 com maior perímetro, sendo que  na B1 a coleta de água foi desprezada devido a impossibilidade de coleta isso interferiu muito no resultado final, índices  feitos no R mostram que houve uma dissimilaridade entre as espécies estudadas, as etapas foram a morfotipagem , a medida da distância , medir o tamanho das manchas e dispersão das bromélias .
Em síntese as  bromélias estudadas comportam-se como ilhas , laboratórios de interação biológicas, agrupando diferentes táxons estudado no conceito de fitossociologia sujeito a fenômenos aleatórios que chamamos de estocasticidade , ou eventos ao acaso , de fato a teoria de biogeografia de ilhas  restrita a essa área conceitual prova que cada bromélia comportam-se como uma ilha ambiental , pois seria um fragmento de uma mata , diferenciando-se dos agroecossistemas  que também são ilhas ambientais , nas ilhas podemos ver colonização ,competição , adaptação e extinção, quanto maior a sua area maior o numero de espécies , e diminuição da espécie com o isolamento, o aumento e diminuição segundo os teóricos citados  relaciona-se com a taxa de extinção pelo espaço de vida .










ANÁLISE DA COMUNIDADE BROMELÍCOLA NO CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO
Olin Gabriel Vieira Nascimento1, Benjamim Cainã Dias de Oliveira1, Márcia Cristina Teles Xavier1
1.       Universidade Federal de Sergipe

Bromélias pertencem a família bromeliaceae. Elas possuem folhas dispostas de modo a acumular água, o que permite sobrevivência em lugares com pouca água, além de permitir que vários microinvertebrados coexistam nessa água acumulada. A biogeografia de ilhas desenvolvida pelos biólogos Robert MacArthur e Edward Wilson possui alguns fundamentos necessários para explicar os fatores que afetam a riqueza de espécies em ilhas isoladas. Os materiais foram coletados na UFS no Campus São Cristóvão, durante os dias 6 e 7 de dezembro, em uma área onde possuía uma maior concentração de bromélias aos redores do Departamento de Biologia. Com o auxílio de uma pipeta descartável a água do fitotelma da Bromélia foi coleta, e com uma pazinha de jardinagem as folhas que estavam ao redor do fitotelma também foram coletadas, e armazenadas em copo com álcool 96o. Em laboratório, as análises coletadas foram colocadas em placas de petri, e colocadas em lupas binoculares a fim de identificar possíveis microinvertebrados que coexistem nas Bromélias. A tabulação dos dados foram feitas no Excel, a Regressão Linear feita no PAST, e a partição da Diversidade-BETA feita no R. A riqueza das espécies encontradas foram B1:10, B2:10, B3:6, B4:14, B5:16, B6:14, com uma abundância de B1:88, B2:111, B3:13, B4:73, B5:121, B6:95. A Regressão Linear de Riqueza por Distância (p= 0.50269), Abundância por Distância (p= 0.72962) e Índice de Shannon por Perímetro (p= 0.72355) não deram resultados significativos. A partição da Diversidade-BETA feita no R, deu um resultado de 0.7821782, onde esse resultado significa que possui uma dissimilaridade entre as áreas de Bromélias estudadas. A maior parte dessa diferença é por meio da substituição de espécies (0.6764706), onde as regiões possuem o mesmo número de espécies, mas espécies diferentes. A diferença é menor por meio da Perda (0.1057076).



ÁREA DE ESTUDO


-A coleta foi feita na UFS no campus São Cristóvão no período da tarde nos dias 6 e 7 de dezembro. Foi escolhida uma área na UFS onde tem uma maior concentração de bromélia. Foram analisadas 3 áreas de estudo:
- B1: Área próxima ao mini-horto, localizada entre o DBI bloco A e B, com pouca circulação de pessoas. 

- B2, B3, B4 e B5: Área mais reservada entre as três, localizadas no mini-horto do DBI, com pouca circulação de pessoas.

Hipóteses

uCOLETA DE DADOS - Campo

-Foram analisadas 6 bromélias com tamanhos e distâncias diferentes:
        - B1-B2: 10 metros
        - B2-B3: 74 centímetros
        - B3-B4: 130 centímetros
        - B4-B5: 4,35 metros
        - B6–B1: 50 metros
-
-
-
-PERÍMETRO DA MANCHA (M)
B1 - 3,52
B2 - 3,52
B3 - 1,66
B4 - 2,07
B5 - 2,86
B6 - 10,99
-
-Foram coletadas amostras da água localizada no tanque com a ajuda de uma pipeta descartável e amostras das folhas localizadas próximas ao tanque com uma pazinha de jardinagem e pinças, em seguida foram colocadas em um copo com álcool 96 e armazenadas.


Materias e Métodos
ANÁLISE DOS DADOS (ANÁLISE ESTATÍSTICA)
-A tabulação dos dados foram feitas no Microsoft Excel;
-Regressão Linear foram feitos no Past;
-
-Partição da diversidade-beta foram feitos no R.
Resultados e Discussão: 


R-Foi calculada a diversidade-beta entre as áreas. Diversidade-beta são diferenças na composição das espécies entre as áreas.-     - Diversidade-Beta: 0,7821782     - Beta.JTU (Substituição): 0,6764706     - Beta.JNE (Perda): 0,1057076


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