Principais Agentes das Doenças Ocupacionais Na Odontologia.

Os riscos ocupacionais estão presentes na rotina profissional do cirurgião-dentista e representam ocorrência potencial de danos à saúde levando a acidentes ou doenças ocupacionais. O dentista, colaborando com a discussão existente sobre este tema. Os principais riscos do cirurgião-dentista são relacionados a agentes físicos (ruído, iluminação, e radiação), químicos (por exposição a produtos químicos em geral e mercúrio), biológicos (exposição principalmente ao HBV e HIV) e ergonômicos (hábitos, posturas inadequadas e movimentos repetitivos em excesso). Concluiu-se que ainda há lacunas a serem preenchidas no conhecimento dos riscos ocupacionais do cirurgião-dentista, que este profissional necessita da utilização de medidas preventivas relacionadas aos agentes que possam lhes causar danos à saúde, tornando-o menos vulnerável e proporcionando-lhe exercício profissional mais seguro.
Risco físico é a exposição dos profissionais a agentes físicos como ruído, vibração, radiação ionizante e não ionizante, temperaturas extremas, iluminação deficiente ou excessiva e umidade. São causadores desses riscos equipamentos como a caneta de alta rotação, compressor de ar, equipamento de raios X, equipamento de laser, fotoativador, autoclave, condicionador de ar, etc . Os riscos físicos representam intercâmbio de energia entre o trabalhador e o ambiente do trabalho, em quantidade ou frequência superior àquela que o organismo é capaz de suportar, podendo acarretar doença ocupacional ou relacionada ao trabalho. O ruído é classificado como qualquer sensação sonora indesejada para o organismo humano. O cirurgião-dentista está exposto a diferentes tipos e níveis de ruídos advindos dos equipamentos de consultório e do meio ambiente externo que podem afetá-lo física ou psicologicamente, resultando em diminuição do seu rendimento profissional e desgaste da saúde. O ruído produzido pelo ambiente odontológico deve ser controlado e diminuído ao máximo para evitar danos paciente.
Fonte:Sumaia Austregesilo Nogueiraa *; Luciana Freitas Bastosb ; Iris do Céu Clara Costa
file:///C:/Users/icone/Downloads/1289-4975-1-PB.pdf

Os riscos ocupacionais estão presentes na rotina profissional do cirurgião-dentista e representam ocorrência potencial de danos à saúde levando a acidentes ou doenças ocupacionais. O dentista, colaborando com a discussão existente sobre este tema. Os principais riscos do cirurgião-dentista são relacionados a agentes físicos (ruído, iluminação, e radiação), químicos (por exposição a produtos químicos em geral e mercúrio), biológicos (exposição principalmente ao HBV e HIV) e ergonômicos (hábitos, posturas inadequadas e movimentos repetitivos em excesso). Concluiu-se que ainda há lacunas a serem preenchidas no conhecimento dos riscos ocupacionais do cirurgião-dentista, que este profissional necessita da utilização de medidas preventivas relacionadas aos agentes que possam lhes causar danos à saúde, tornando-o menos vulnerável e proporcionando-lhe exercício profissional mais seguro.
Risco físico é a exposição dos profissionais a agentes físicos como ruído, vibração, radiação ionizante e não ionizante, temperaturas extremas, iluminação deficiente ou excessiva e umidade. São causadores desses riscos equipamentos como a caneta de alta rotação, compressor de ar, equipamento de raios X, equipamento de laser, fotoativador, autoclave, condicionador de ar, etc . Os riscos físicos representam intercâmbio de energia entre o trabalhador e o ambiente do trabalho, em quantidade ou frequência superior àquela que o organismo é capaz de suportar, podendo acarretar doença ocupacional ou relacionada ao trabalho. O ruído é classificado como qualquer sensação sonora indesejada para o organismo humano. O cirurgião-dentista está exposto a diferentes tipos e níveis de ruídos advindos dos equipamentos de consultório e do meio ambiente externo que podem afetá-lo física ou psicologicamente, resultando em diminuição do seu rendimento profissional e desgaste da saúde. O ruído produzido pelo ambiente odontológico deve ser controlado e diminuído ao máximo para evitar danos paciente.
Fonte:Sumaia Austregesilo Nogueiraa *; Luciana Freitas Bastosb ; Iris do Céu Clara Costa
file:///C:/Users/icone/Downloads/1289-4975-1-PB.pdf
Comentários
Postar um comentário