UFS BOCADO INFERNO DENUNCIA-PROFESSORA DE LINGUISTICA ASSEDIA MORALMENTE ALUNO NO DEPARTAMENTO DE LETRAS _UFS A mESMA CHAMA ALUNA DE BURRA EM PÙBLICO
UFS BOCA DO INFERNO
O BOCA DO INFERNO


Aluna vem a minha coluna de forma anônima e diz , fui assediada moralmente por minha professora no departamento de letras ,a mesma chamou eu e minha colega de burra e fantasiou para a turma que eu tina plagiado o trabalho não aguento mais isso, desabafou ela .
A perseguição depostico vem sido notado no comportamento de alguns professores da Fundação UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, e abafados pois os colegas ficam com medo de denunciar ,por medo de arbitrariedade de certos professores dentro do campus ,realmente estudar que deveria ser algo de prazer virou símbolo de humilhação e tortura para alunos que vivenciam essa dura realidade .
Casos como o do Professor Tarado que assediou algumas alunas fora abafado e ningém tomou as devidas providencias dentro do campus ,o UFS boca do inferno promete investigar expor e sistematizar todos esses casos , os dados e notas a nossa coluna já foram pedidas , assessoria de imprensa do campus para melhor informar aos nossos leitores o nome da dita cuja já esta nas minhas mãos e breve será estampado nessa coluna
para nunca mais praticar esses atos de soberba.
O antropólogo Gilberto velho chama esse comportamento de assedio moral praticado por professores em universidades de esnobismo intelectual .
A professora esnobe ,desconhece que existem leis conta tais assédios podendo ela responder judicialmente por isso O Boca do inferno se compromete a investigar com acuidade tudo isso e levar a público sem dó nem piedade.















O BOCA DO INFERNO

Aluna vem a minha coluna de forma anônima e diz , fui assediada moralmente por minha professora no departamento de letras ,a mesma chamou eu e minha colega de burra e fantasiou para a turma que eu tina plagiado o trabalho não aguento mais isso, desabafou ela .
A perseguição depostico vem sido notado no comportamento de alguns professores da Fundação UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, e abafados pois os colegas ficam com medo de denunciar ,por medo de arbitrariedade de certos professores dentro do campus ,realmente estudar que deveria ser algo de prazer virou símbolo de humilhação e tortura para alunos que vivenciam essa dura realidade .
Casos como o do Professor Tarado que assediou algumas alunas fora abafado e ningém tomou as devidas providencias dentro do campus ,o UFS boca do inferno promete investigar expor e sistematizar todos esses casos , os dados e notas a nossa coluna já foram pedidas , assessoria de imprensa do campus para melhor informar aos nossos leitores o nome da dita cuja já esta nas minhas mãos e breve será estampado nessa coluna
para nunca mais praticar esses atos de soberba.
O antropólogo Gilberto velho chama esse comportamento de assedio moral praticado por professores em universidades de esnobismo intelectual .
A professora esnobe ,desconhece que existem leis conta tais assédios podendo ela responder judicialmente por isso O Boca do inferno se compromete a investigar com acuidade tudo isso e levar a público sem dó nem piedade.


Projeto de reforma da Lei nº 8.112, sobre assédio moral
De iniciativa de Rita Camata, deputada federal pelo PMDB/ES
Dispõe sobre a aplicação de penalidades à prática
de "assédio moral" por parte de servidores públicos da União, das
autarquias e das fundações públicas federais a seus subordinados,
alterando a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990
JUSTIFICATIVA
O assédio moral, também chamado de humilhação no
trabalho ou terror psicológico, acontece quando se estabelece uma
hierarquia autoritária, que coloca o subordinado em situações
humilhantes.
Problema quase clandestino e de difícil diagnóstico, é
bem verdade, mas ainda assim, se não enfrentado de frente pode levar à
debilidade da saúde de milhares de trabalhadores, prejudicando seu
rendimento. É preciso barrar o abuso de poder dos superiores
hierárquicos, e um dispositivo legal contribuirá para prevenir o assédio
moral no mundo do trabalho, aí se incluindo a administração pública.
A psicóloga francesa Marie-France Hirigoyen, autora de
um estudo sobre o assunto, acredita que a punição ao assédio moral
ajudaria a combater o problema, pois "imporia um limite ao indivíduo
perverso", assim como a Dra. Margarida Barreto, autora de tese em
psicologia social pela PUC - SP, que constatou que a ação do chefe que
humilha seus subalternos é mais prejudicial à saúde do que se imagina,
pois a exposição do trabalhador a frequentes situações de humilhação
pode causar-lhe doenças acentuadas, culminando inclusive com tentativas
ou pensamentos suicidas como manifestações explosivas das emoções
arquivadas, já que o assédio moral fere a dignidade e é percebido pelos
que sofrem como fracasso e incapacidade.
Sabe-se que o mundo do trabalho vem mudando
constantemente nos últimos anos. Novas formas de administração,
reengenharia, reorganização administrativa, entre outras, são palavras
que aos poucos tornaram-se freqüentes em nosso meio. No entanto, pouco
se fala sobre as formas de relação no trabalho. O problema do "assédio
moral" (ou tirania nas relações do trabalho, como é chamado nos Estados
Unidos) atinge milhares de trabalhadores no mundo inteiro. Pesquisa
pioneira da Organização Mundial do Trabalho, realizada em 1996,
constatou que pelo menos 12 milhões de europeus já sofriam desse drama.
Em nossa cultura competitiva, onde todos procuram vencer
a qualquer custo, urge adotarmos limites legais que preservem a
integridade física e mental dos indivíduos, sob pena de perpetuarmos
essa "guerra invisível" nas relações de trabalho. E para combatermos de
frente o problema do "assédio moral" nas relações de trabalho, faz-se
necessário tirarmos essa discussão dos consultórios de psicólogos e
tratá-lo no universo do trabalho.
Vale ressaltar que o Projeto de Lei que ora apresentamos
foi baseado na Lei Municipal (Lei nº 1.163/2000) vigente no município
paulista de Iracemápolis, a primeira do país, de autoria do ex-vereador
João Renato Alves Pereira, hoje prefeito daquela cidade, que agora se
torna por isso símbolo do combate ao assédio moral na Administração
Pública.
Seguindo portanto o exemplo daquele pequeno município
paulista, e dado o alcance social da proposição que submetemos à
apreciação desta Casa, contamos com o apoio dos nobres pares para
inserir na Lei Federal 8.112/90, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos
servidores públicos da União, das autarquias e das fundações públicas
federais, dispositivo que penaliza quem praticar o assédio moral na
Administração Pública.
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Projeto de lei federal nº 4591/2001
O Congresso Nacional decreta :
Art. 1º - A Lei nº 8.112,
de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos
servidores públicos da União, das autarquias e das fundações públicas
federais fica acrescida do seguinte art. 117-A :
"Art. 117-A É proibido ao servidores públicos praticarem
assédio moral contra seus subordinados, estando estes sujeitos às
seguintes penalidades disciplinares :
- Advertência ;
- Suspensão ;
- Destituição de cargo em comissão ;
- Destituição de função comissionada ;
- Demissão.
§ 1º. Para fins do disposto neste artigo considera-se
assédio moral todo tipo de ação, gesto ou palavra que atinja, pela
repetição, a auto-estima e a segurança de um indivíduo, fazendo-o
duvidar de si e de sua competência, implicando em dano ao ambiente de
trabalho, à evolução profissional ou à estabilidade física, emocional e
funcional do servidor incluindo, dentre outras : marcar tarefas com
prazos impossíveis ; passar alguém de uma área de responsabilidade para
funções triviais ; tomar crédito de idéias de outros ; ignorar ou
excluir um servidor só se dirigindo a ele através de terceiros ; sonegar
informações necessárias à elaboração de trabalhos de forma insistente ;
espalhar rumores maliciosos ; criticar com persistência ; segregar
fisicamente o servidor, confinando-o em local inadequado, isolado ou
insalubre ; subestimar esforços.
§ 2º. Os procedimentos administrativos para apuração do
disposto neste artigo se iniciarão por provocação da parte ofendida ou
pela autoridade que tiver conhecimento da infração.
§ 3º. Fica assegurado ao servidor denunciado por cometer
assédio moral o direito de ampla defesa das acusações que lhe forem
imputadas, sob pena de nulidade.
§ 4º. A penalidade a ser aplicada será decidida em
processo administrativo, de forma progressiva, considerada a
reincidência e a gravidade da ação.
§ 5º. O servidor que praticar assédio moral deverá ser notificado por escrito da penalidade a qual será submetido.
Art. 2º - O inciso XIII do art. 132 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 passa a vigorar com a seguinte redação :
"Art. 132 ..................................................
XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art. 117 e
reincidência de prática de assédio moral contra subordinado referida no
art. 117-A.
Art. 3º - O art. 137 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 passa a vigorar com a seguinte redação :
"Art. 137 A demissão ou a destituição de cargo em
comissão, por infrigência do art. 117, incisos IX e XI e art. 117 - A,
incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público
federal pelo prazo de 5 (cinco) anos".
Art. 4º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das sessões
Rita Camata
Deputada federal - PMDB - ES
Deputada federal - PMDB - ES
O uso deste material é livre, contanto que seja respeitado o texto original e citada a fonte: www.assediomoral.org
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