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Súbito de insensatez Essa selvageria que me tomas Torna-me insano, obviamente Estranho ao meu mundo particular Sou o estereótipo de um superego E você pode ser do meu,  Eu sou o ego ,selvagem avassalador Momento de sinestesia ,e de negação De um eu em construção, Não sou equânime quanto á razão, Mas preciso ser com a selvagem dor emoção Ora o mundo em si nunca fora diferente em momentos de evasão Mas sempre fora um estereótipo dentro da caverna de Platão Por viver em um mundo ,no qual , tudo é aparência Observo a selvageria de longe ,com expectativa de mediar conflito Entre esse avassalador arsenal bélico de um estranho momento Particular.  Benjamim Cainã.
A presidente Dilma , prossegue com as práticas do governo multilateral do governo Lula,em relação a política externa do Brasil ,a petição de fim de conflitos é uma realidade para a presidente esquecendo de fazer uma boa análise de origem do mesmo ,para ela deve haver novas idéias que venham a combater a política econômica recessiva , os prêmios nóbeis não sabem o que fazem , ela mesma brilhante ec onomista não sabe , mais exige soluções , depois de tanta exigência como líder de uma nação da mesma, poderíamos refletir de onde partiria esse brilhante teórico que controlaria toda essa crise que abre esse período de transição social do mundo pós moderno,um líder mundial , que provavelmente aglutinaria a economia e seu controle com apenas um objetivo , sustentabilidade do planeta, a igualdade entre os povos a abolição da pobreza e das mazelas sociais quem sabe,pois a presidente cita os nomes que fizeram da igualdade entre os povos e da paz referência no mundo . Se fomos...
Delírios provincianos A vida provinciana faz-me tenso Tenso taciturnamente observando; O relento murmúrio da noite. Sedento de algo puro Exígua de uma auréola não maculada Sou exíguo do nada Penso brevemente ser Kant, Voltaire até mesmo Caravággio. Mas nunca poderei ser um exímio escritor como Mário. Sou a contradição de mim mesmo,ao som do jazz desespero. Fui a Veneza não encontrei a pureza Fui a o planalto ver a Dilma não encontrei a rima Fui até mesmo ao Rajastão , mas não encontrei vestígios do mensalão Fui a Casa da Lygia e encontrei as Três meninas em uma ciranda infinda Fui ao Brasil de Clarice e encontrei a Velha sandice Visitei o culto Brasil do lula e avistei a loucura Após visitar a tribo tupi vi o que não vi Agora só chanson de Carla bruni faz-me rir.

O som do labor

O som do labor O vento sopra , a chuva molha o chão Meu patrão , a colheita chegou Tocou agogô ,a senzala inteira acordou  Reluz a vida verde que ainda brota no Bangüê Já se foram as senhorinhas e sinhás Vieram ás máquinas,ao canavial ocupar Meu patrão , que dor pior que dor de amor Mais ainda toca o agogô,taieiras e pífanos Lá no Bangüê, seu dotô Às Lágrimas a brotar . e ao mesmo tempo o canavial a queimar Pra produzir o lucro pro senhor Mais ao final de tudo entre trabalhos noturnos , os parafusos aparecem Assombram o Bangüê , seu doto a liberdade chegou Logo o nasce um novo pé de cana de açúcar. Seu doto leitor tenho muito a contar Pedir mulher e filhos mais ainda continuo á plantar Não mais no Bangüê , que Lins do rego falô Sofrir como burro ,ou cavalo de carga senhor Aqui no engenho , que o barão criou Com todos os seus descendentes doutores, Em meio á lágrimas e dores ,chego até a pensar em estudar Mais a subserviência de mais muito tempo não ...

O som do labor

O som do labor O vento sopra , a chuva molha o chão Meu patrão , a colheita chegou Tocou agogô ,a senzala inteira acordou ... Reluz a vida verde que ainda brota no Bangüê Já se foram as senhorinhas e sinhás Vieram ás máquinas,ao canavial ocupar Meu patrão , que dor pior que dor de amor Mais ainda toca o agogô,tai eras e pífanos Lá no Bangüê, seu dotô Às Lágrimas a brotar . e ao mesmo tempo o canavial a queimar Pra produzir o lucro pro senhor Mais ao final de tudo entre trabalhos noturnos , os parafusos aparecem Assombram o Bangüê , seu doto a liberdade chegou Logo o nasce um novo pé de cana de açúcar. Seu doto leitor tenho muito a contar Pedir mulher e filhos mais ainda continuo á plantar Não mais no Bangüê , que Lins do rego falô Sofrir como burro ,ou cavalo de carga senhor Aqui no engenho , que o barão criou Com todos os seus descendentes doutores, Em meio á lágrimas e dores ,chego até a pensar em estudar Mais a subserviência de mais muito tempo não m...

pensar em etnoicentrismo em uma civilização pós moderna.

O etnocentrismo é toda á idéia sobre cultura em geral centralizada aos costumes de determinado  grupo social, que compartilham de terminados valores , considerados certos ou errados de acordo com os padrões aquilatados como normais ou civilizados pelo pensamento social dominante. Ao descobrir um lugar ainda inexplorado o antropólogo de determinado meio acadêmico,que por ser um grande erudito conhecedor das normas ,escolas e bases teóricas da antropologia  ,ao aventurar-se em uma expedição antropológica á esse lócus habitado por  tribais , mas não participa dos conceitos teóricos  cotidianos da vida moderna das megalópoles urbanas .Sendo que o mesmo erudito por ser um grande conhecedor e conservador de toda ciência produzida em seu meio social ao entra em contato com a civilização tribal com padrões vistos por alguns eruditos como simplórios para o grupo etnocêntrico,tendo em vista que o exótico e o civilizado ambos possuem um comportamento etnocêntrico , pois a ciênc...

O esclarecimento em forma de persuasão coletiva.

O esclarecimento é uma forma de instrução coletiva , tem o dever de trazer ao homem um estato de civilidade e socialização em sua unidade frormadora observando as sociaçãoes e interaçãoes da teoria sociológica de Simmel . O esclarecimento em sua versão alemã Aufklärung em português seu significado vem a palavra claro e em francês Lumiere, o esclarecimento em si tem a função de livrar o homem do medo , elevando-o á pisição de senhores resplandecendo sobre a calamidade do mundo moderno, a esclarecimento de persuasão é apenas o início de um processo mimético que leva o homem a imitação do que é ainda medíocre , característica midíatica explícita em nossa era pós moderna brasileira.(BC)