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DAGV -REGISTRA UM CASO DE ABUSO SEXUAL , DE UM PAI CONTRA SUA PÓRIA FILHA INCESTO OU ABUSO? EIS O PARADIGMA, E UMA REALIDADE DE UM COMPORTAMENTO INCESTUOSO NA CAPITAL ARACAJUANA , E SUAS VISÕES SOCIAIS , BIOLÓGICAS E PSICOLÓGICAS.

             COLUNA SEX APPEL 

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INCESTO OU ABUSO? EIS O PARADIGMA, E UMA REALIDADE DE UM COMPORTAMENTO INCESTUOSO NA CAPITAL ARACAJUANA , E SUAS VISÕES SOCIAIS , BIOLÓGICAS E PSICOLÓGICAS.



A EQUIPE DE JORNALIMO DESSE BLOGO ESTEVE JUNTO AO DAGV -DELEGACIA DE GRUPOS VULNERÁVEIS DA CAPITAL , LOCALIZADO NA RUA ITABAIANAINHA  ,AO LADO DO QUARTEL DA PM-SE 



O comportamento incestuoso é considerado pela sociedade judaico-cristã como uma aberração, ou um sacrilégio a fé católica, porem o caso que será narrado nesse blog corresponde a uma realidade cabal de uma família sergipana ,essa semana , estive no DAGV segunda feira e o superintendente me passou as informações , somente haverá o sigilo dos nomes dos envolvidos para evitar alguns transtornos, essa delegacia registrou  a ocorrência de duas  tias desesperadas , pois sua sobrinha estava grávida , mas não era uma gravidez comum era gravidez do próprio pai , a mesma fora encaminhada para fazer um aborto pois era caso de estupro, junto aos exames de corpo de delito. .

Após a descoberta que o acusado mantivera atos libidinosos com sua filha , em sua residência o funcionário público divorciado tentou suicídio , mas suas irmãs estavam inconformadas ao saber desse fato praticado por ele , e do rompimento de um contrato social , no qual o incesto é condenado pela igreja , ele falou que mantivera relações sexuais com a menor de 13 anos , duas vezes  e nem teve o cuidado de preservar a saúde sexual da menor , apesar de ser sua filha , as tias da garota chegaram ao DAGV revoltadas , porem a mãe fazia vista grossa , e a adolescente com ar de preocupação e gravida do próprio genitor , não o  condenava da sua situação de opressão biológica , ao contrário , ,mostrava feição e amor ao pai , apesar do mesmo infringir o código penal.

BENJAMIM CAINÃ

ASPECTOS BIOLÓGICOS DO INCESTO

Essa é uma questão complexa e polêmica! Primeiramente, o incesto não é exatamente um problema genético, ou mesmo biológico. É verdade que e endogamia (cruzamento entre indivíduos aparentados) aumenta em certo grau a probabilidade de anomalias e doenças ligadas a genes recessivos. O cruzamento entre indivíduos de grupos diferentes aumenta a variabilidade genética e elimina a possibilidade de que sejam transmitidas anomalias genéticas às gerações seguintes. No entanto, estatisticamente estamos falando de uma variabilidade muito baixa. Ou seja, não dá para justificar o incesto como algo “prejudicial” biologicamente a ponto de ser rejeitado pela própria natureza. O incesto inclusive pode ter vantagem em algumas espécies, como evitar comportamentos agressivos na competição de machos pelas fêmeas ou em termos de manter determinadas características genéticas nos grupos de espécies. Então, porque o incesto é visto como um tabu?
Para explicar isso, entraremos em campos que ultrapassam a Biologia. Vários antropólogos e sociólogos colocam o incesto como uma invenção social, mais precisamente como uma necessidade de espécies que se organizam em sociedade. É comum em todas as sociedades humanas (e em várias sociedades animais, como os chimpanzés) que se evite a relação entre indivíduos aparentados. Apesar das variações entre aquilo que se considera como incesto, este conceito é universal: há sociedades que consideram asqueroso o envolvimento entre irmãos, pais e filhos, entre primos ou entre filhos adotivos, ou mesmo entre todos estes. O que há em comum é que todas elas abominam algum tipo de relação entre parentes próximas. Mas sabemos que este envolvimento ocorre, mesmo que silenciosamente, e apesar de parecer estranho para todos nós, se o horror ao incesto fosse de origem natural não haveria o desejo de praticá-lo, logo não seria necessário proibi-lo.
Estudiosos como Lévi-Strauss e Freud colocam que a questão do incesto é uma necessidade para a organização social. Se aqueles que estão mais próximas entre si praticassem seus desejos sexuais, logo haveriam relações apenas entre grupos isolados ou mesmo com a ausência de laços afetivos as relações sociais tenderiam a se desorganizar, não havendo relações de parentesco bem definidas e talvez voltando-se a tempos de dominação por força e barbárie. Em termos sociológicos, podemos dizer que a troca entre pessoas de famílias diferentes traz consigo relações vantajosas, pois ao casar-se com alguém, automaticamente novas relações com a família do(a) parceiro(a) são criadas. Há também questões religiosas, morais e religiosas que interferem para que haja todo esse respeito para com os consanguíneos e proíba a relação entre si. No entanto, historicamente, sociedades indígenas ou mesmo famílias da nobreza em tempos medievais casavam filhos e primos para manter as suas variáveis relações de poder.
ESTUDO PSICOLÓGICO , DO AMOR DA FILHA AO PAI E A MANIFESTAÇÃO DO COMPLEXO DE ELECTRA.

Complexo de Electra é uma fase do desenvolvimento psicossexual das crianças do sexo feminino, de acordo com a psicanálise. Consiste na etapa em que a filha passa a se sentir atraída pelo próprio pai, disputando com a mãe a atenção deste homem.
A expressão “Complexo de Electra” foi criada pelo psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Gustav Jung, em referência ao mito grego de Electra.
De acordo com a mitologia grega, Electra era filha de Clitemnestra e Agamemnon. Ficou imortalizada por ter planejado a morte da própria mãe, como uma vingança por esta ter assassinado o seu pai.
O criador da Psicanálise, Sigmund Freud, por exemplo, não aceitava o uso de “Complexo de Electra” como termo adequado para descrever esse fenômeno psíquico.
De acordo com Freud, o mito de Electra faz uma analogia aos dois sexos (masculino e feminino), pois teria sido o irmão de Electra a matar a sua mãe, mesmo sendo este ato uma ordem da jovem.  
Por isso, sob a perspectiva freudiana, o Complexo de Electra é referido como Complexo de Édipo Feminino.
Segundo algumas doutrinas psicanalíticas, o Complexo de Electra se manifesta entra os três e cinco primeiros anos de vida da menina.
Durante os 3 primeiros anos de vida, a criança mantém um vínculo afetuoso muito grande com a figura materna. Porém, a partir desta idade passa a querer chamar a atenção do pai e, para isso, inicia uma fase de imitação dos comportamentos da mãe.
Brincar com a maquiagem, os vestidos, os sapatos e outros objetos da mãe pode ser sintomas de que a menina está a passar pelo Complexo de Electra. Inconscientemente, ao ter esse comportamento, a criança anseia atrair a atenção do pai.
Para que haja a superação do Complexo de Electra, os psiquiatras aconselham que os pais conversem com a filha sobre o amor, ajudando-a a diferenciar os tipos de sentimentos que existem entre pai-filha e marido-esposa.
De acordo com a psicanálise, caso o Complexo de Electra não seja corretamente ultrapassado, a menina pode enfrentar diversos problemas na vida adulta, como dificuldade em lidar com relacionamentos amorosos, dificuldades em assumir responsabilidades, projetar a figura paterna nos seus relacionamentos futuros ou até criar uma relação conflituosa com a própria mãe.
Vale ressaltar que o sentido das palavras “atração” e “desejo”, neste contexto, não devem ser totalmente comparadas ao sentimento que os adultos possuem.


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