NOIR AVEC NOIR, Michele Bolsanaro entra protagonizando o papel revolucionário da mulher na posse do Marido- Confira As roupas femininas que marcaram as posses da República Brasileira(O Preto também é revolucionário)
Estilo's
A MODA E AS POSSES
NOIR AVEC NOIR, Michele Bolsonaro entra protagonizando o papel revolucionário da mulher na posse do Marido.
Channel afirma que existe muita sofisticação no preto básico.



Meiga e singela ,mulher dada as causas sociais como Lady Diana , conquista o público com carisma , fazendo política social para os excluídos , quem rogou pelos surdos e mudos antes? Evita Peron tomou a causa dos descamisados e Michele tomou a causa dos Surdos-mudo , Michele é ponto positivo em todos os discursos negativos do marido, você sabia que o modo de se vestir diz muito sobre você?COSTANZA PASCOLATO) falou em seus artigos para a revista Vogue que a mulher revolucionária veste preto ai surgiu o Back to Black de volta ao preto básico , esperamos que a imagem de Michele seja uma estratégia de Marketing desse governo , pois ela em sí traz positividade em meio as incertezas .(Benjamim Cainã)

O PRETO REVOLUCIONÁRIO
A roupa que portamos , são peças iconográficas que expressão individualidade de cada pessoa , ja ouviu dizer que sua roupa diz muito sobre você , ?na verdade ha um tempo atrás sabia pouco sobre moda antes de assinar a Vogue , faz uns 10 anos que assino e não me arrependo , gostem ou não darei alguns pitacos nas roupas das mulheres mais filmadas da posse.

A roupa da primeira dama foi um simples sóbrio , não era elegante de mais nem detalhada , fora uma roupa bem escolhida para a ocasião , vamos viajar nas roupas das primeiras damas do Brasil em épocas de solenidades tão protocolares como essa .
A esposa do General Mourão poderia ter se vestido bem melhor tirando os adereços da roupa , que iria valorizar mais o tecido azul .

O preto é uma cor neutra assim como o branco, entretanto é uma cor austera , cheia de seriedade , o casal de diplomatas , em particular a esposa acertou muito bem no look uma visita nos modelos dos ano de 1930 na atualidade , o backe to black(de volta ao pretinho básico) combinaria em quaisquer ocasião.
Cor do luxo e do chique absoluto, o preto também é rebelde. Descubro que, nesse tom, foram transgressoras e sombrias as roupas dos piratas do século 17, dos anarquistas do século 20 e, coisa que já sabemos, dos hell angels, punks e góticos mais recentemente. Sem concessões, a cor fez história com Chanel em 1926, quando a estilista lançou o LBD, seu famoso “pretinho básico”, que a imprensa da época batizou de “o Ford T da moda”, fazendo um paralelo com o primeiro automóvel fabricado em série, lançado só em negro. Nos anos 70, a cor conquistou um novo registro, mais acessível e igualitário, com o advento do prêt-à-porter. A reviravolta mais provocadora pós-Chanel, entretanto, foi de autoria de Yves Saint Laurent. Com seu smoking preto – tão bem explorado fotograficamente por Helmut Newton –, ele se apropriou de um símbolo do guarda-roupa masculino e subverteu sua função, transformando-o em traje de sedução feminina. Foi o ápice do momento unissex da moda, até hoje reverenciado.
Outro instante definitivo e forte da reinvenção do preto foi a irrupção revolucionária dos japoneses Yohji Yamamoto e Rei Kawakubo nos anos 80. Com suas roupas negras sabiamente desconstruídas, de estética andrógina e assexuada, eles desafiaram os conceitos ocidentais relativos à forma do corpo e à concepção do vestuário, contestando de certa forma o status quo do glamour altivo e meio careta da época. O atual comeback do preto, entretanto, faz mais referência ao erotismo extremo que Tom Ford imprimiu na Gucci e na YSL nos anos 90 que ao desconstrutivismo revolucionário dos japonistas dos 80



Veja por exemplo o que Riccardo Tisci vem fazendo para a Givenchy, com sua alfaiataria de toque fetichista, retomando o preto quase total – com misteriosa tensão –, resultando num depoimento poderoso para este inverno europeu. Notáveis, os vestidos-lingerie de chiffon e rendas impalpáveis são usados com as já famosas it-botas, em mais um jogo de revela-e-esconde. Seu forte, os casacos, são quase todos pretos com texturas contrastantes: brilhantes versus opacas. A alfaiataria, ligeiramente masculina na frente, revela costas com feminilissímos peplums e recortes à maneira de espartilhos, em pura provocação dark.
Patricia Souza um ícone de elegância em Aracaju Sergipe, sempre opta por preto em seus eventos empresarias.
O pretinho básico é uma saída muito rápida para a falta de opção, o preto não sai da moda.

Mulheres de comando , independentes e de personalidade usam preto, pois o preto além de ser uma cor neutra marcante tem , um processo simbólico e revolucionário.


Nos recentes desfiles de Nova York para o verão 2013, o preto segue em evidência. Nesse caso, a combinação mais constante é com o branco. Verdadeiro yin-yang da elegância, as duas cores de energias opostas são absolutas. Expressam as mais delicadas vibrações e ilimitadas possibilidades. Em tempos cada vez mais acelerados, de renovação instantânea, pode-se apostar no preto para ser diferente, para sair do turbilhão, da corrida ofegante pela novidade, longe das impaciências do consumo. E no preto com branco também. Essas duas cores, que oscilam entre a presença e a ausência, são uma bem-vinda e necessária pausa chique. (COSTANZA PASCOLATO)
Fonte:https://vogue.globo.com/mundo-vogue/noticia/2012/11/back-black-costanza-pascolato-desvenda-o-retorno-triunfal-do-preto.html
HISTÓRICO DAS POSSES PRESIDENCIAIS
Na década de 1989 , na posse de Fernando Collor as mulheres tinham uma ideia de posição muito forte por isso a escolha do blezer , com detalhes de ombreiras e tudo mais , a roupa sempre lisa sem adereços .
Moda 1980-1990

Se a esposa do General Mourão escolhesse um estilo Ruth Cardoso ficaria bem na fita
mas elegância e algo que se aprende com o tempo ou vem de berço.

1990-2003



Oscar de la Reta influenciou muito , na roupa de Michele Obama , mas antes da posse de Obama , Marisa Letícia em 2007 estrelou o amarelo na posse do marido , só em 2009 durante a posse Michele Obama repetiu o tom do look Marisa Letícia, podemos ver na foto que dona Ruth Cardoso usou tons dourados muito elegante , na posse do presidente Lula.

Moda padrão 1970-1980
Quem falou que vermelho é coisa de comunista , na posse de Ernest Gaisel foi uma cor escolhida igual a da primeira dama Marisa Letícia



Esposa de Jânio quadros também apostava em tons claros.


EM 1950 a 1960 as roupas e o estilo feminino era muito glamouroso , os anos dourados fora um dos mais elegantes do mundo, tanto na moda masculina a moda feminina.
Em quesito Glamour , não houve até hoje igual a esse modelo de D.Sarah Kubitschek




Estampas a moda ZuZu Angel, era a aposta de Maria Tereza Goulart 


Moda do final da década de trinta na posse de Getúlio Vargas , veja a a influência de Chanel era muito notável as roupas eram mais leves , a moda está ligada sim aso seus Fanchonistas.
BENJAMIM CAINÃ -EDITOR CHEFE
A MODA E AS POSSES
NOIR AVEC NOIR, Michele Bolsonaro entra protagonizando o papel revolucionário da mulher na posse do Marido.
Channel afirma que existe muita sofisticação no preto básico.



Meiga e singela ,mulher dada as causas sociais como Lady Diana , conquista o público com carisma , fazendo política social para os excluídos , quem rogou pelos surdos e mudos antes? Evita Peron tomou a causa dos descamisados e Michele tomou a causa dos Surdos-mudo , Michele é ponto positivo em todos os discursos negativos do marido, você sabia que o modo de se vestir diz muito sobre você?COSTANZA PASCOLATO) falou em seus artigos para a revista Vogue que a mulher revolucionária veste preto ai surgiu o Back to Black de volta ao preto básico , esperamos que a imagem de Michele seja uma estratégia de Marketing desse governo , pois ela em sí traz positividade em meio as incertezas .(Benjamim Cainã)

O PRETO REVOLUCIONÁRIOA roupa que portamos , são peças iconográficas que expressão individualidade de cada pessoa , ja ouviu dizer que sua roupa diz muito sobre você , ?na verdade ha um tempo atrás sabia pouco sobre moda antes de assinar a Vogue , faz uns 10 anos que assino e não me arrependo , gostem ou não darei alguns pitacos nas roupas das mulheres mais filmadas da posse.
A roupa da primeira dama foi um simples sóbrio , não era elegante de mais nem detalhada , fora uma roupa bem escolhida para a ocasião , vamos viajar nas roupas das primeiras damas do Brasil em épocas de solenidades tão protocolares como essa .
A esposa do General Mourão poderia ter se vestido bem melhor tirando os adereços da roupa , que iria valorizar mais o tecido azul .

O preto é uma cor neutra assim como o branco, entretanto é uma cor austera , cheia de seriedade , o casal de diplomatas , em particular a esposa acertou muito bem no look uma visita nos modelos dos ano de 1930 na atualidade , o backe to black(de volta ao pretinho básico) combinaria em quaisquer ocasião.
Cor do luxo e do chique absoluto, o preto também é rebelde. Descubro que, nesse tom, foram transgressoras e sombrias as roupas dos piratas do século 17, dos anarquistas do século 20 e, coisa que já sabemos, dos hell angels, punks e góticos mais recentemente. Sem concessões, a cor fez história com Chanel em 1926, quando a estilista lançou o LBD, seu famoso “pretinho básico”, que a imprensa da época batizou de “o Ford T da moda”, fazendo um paralelo com o primeiro automóvel fabricado em série, lançado só em negro. Nos anos 70, a cor conquistou um novo registro, mais acessível e igualitário, com o advento do prêt-à-porter. A reviravolta mais provocadora pós-Chanel, entretanto, foi de autoria de Yves Saint Laurent. Com seu smoking preto – tão bem explorado fotograficamente por Helmut Newton –, ele se apropriou de um símbolo do guarda-roupa masculino e subverteu sua função, transformando-o em traje de sedução feminina. Foi o ápice do momento unissex da moda, até hoje reverenciado.
Outro instante definitivo e forte da reinvenção do preto foi a irrupção revolucionária dos japoneses Yohji Yamamoto e Rei Kawakubo nos anos 80. Com suas roupas negras sabiamente desconstruídas, de estética andrógina e assexuada, eles desafiaram os conceitos ocidentais relativos à forma do corpo e à concepção do vestuário, contestando de certa forma o status quo do glamour altivo e meio careta da época. O atual comeback do preto, entretanto, faz mais referência ao erotismo extremo que Tom Ford imprimiu na Gucci e na YSL nos anos 90 que ao desconstrutivismo revolucionário dos japonistas dos 80

Veja por exemplo o que Riccardo Tisci vem fazendo para a Givenchy, com sua alfaiataria de toque fetichista, retomando o preto quase total – com misteriosa tensão –, resultando num depoimento poderoso para este inverno europeu. Notáveis, os vestidos-lingerie de chiffon e rendas impalpáveis são usados com as já famosas it-botas, em mais um jogo de revela-e-esconde. Seu forte, os casacos, são quase todos pretos com texturas contrastantes: brilhantes versus opacas. A alfaiataria, ligeiramente masculina na frente, revela costas com feminilissímos peplums e recortes à maneira de espartilhos, em pura provocação dark.
Patricia Souza um ícone de elegância em Aracaju Sergipe, sempre opta por preto em seus eventos empresarias.
O pretinho básico é uma saída muito rápida para a falta de opção, o preto não sai da moda.

Mulheres de comando , independentes e de personalidade usam preto, pois o preto além de ser uma cor neutra marcante tem , um processo simbólico e revolucionário.


Nos recentes desfiles de Nova York para o verão 2013, o preto segue em evidência. Nesse caso, a combinação mais constante é com o branco. Verdadeiro yin-yang da elegância, as duas cores de energias opostas são absolutas. Expressam as mais delicadas vibrações e ilimitadas possibilidades. Em tempos cada vez mais acelerados, de renovação instantânea, pode-se apostar no preto para ser diferente, para sair do turbilhão, da corrida ofegante pela novidade, longe das impaciências do consumo. E no preto com branco também. Essas duas cores, que oscilam entre a presença e a ausência, são uma bem-vinda e necessária pausa chique. (COSTANZA PASCOLATO)
Fonte:https://vogue.globo.com/mundo-vogue/noticia/2012/11/back-black-costanza-pascolato-desvenda-o-retorno-triunfal-do-preto.html
HISTÓRICO DAS POSSES PRESIDENCIAIS
Na década de 1989 , na posse de Fernando Collor as mulheres tinham uma ideia de posição muito forte por isso a escolha do blezer , com detalhes de ombreiras e tudo mais , a roupa sempre lisa sem adereços .
Moda 1980-1990

Se a esposa do General Mourão escolhesse um estilo Ruth Cardoso ficaria bem na fita
mas elegância e algo que se aprende com o tempo ou vem de berço.

1990-2003

Oscar de la Reta influenciou muito , na roupa de Michele Obama , mas antes da posse de Obama , Marisa Letícia em 2007 estrelou o amarelo na posse do marido , só em 2009 durante a posse Michele Obama repetiu o tom do look Marisa Letícia, podemos ver na foto que dona Ruth Cardoso usou tons dourados muito elegante , na posse do presidente Lula.

Quem falou que vermelho é coisa de comunista , na posse de Ernest Gaisel foi uma cor escolhida igual a da primeira dama Marisa Letícia

EM 1950 a 1960 as roupas e o estilo feminino era muito glamouroso , os anos dourados fora um dos mais elegantes do mundo, tanto na moda masculina a moda feminina.Em quesito Glamour , não houve até hoje igual a esse modelo de D.Sarah Kubitschek




Estampas a moda ZuZu Angel, era a aposta de Maria Tereza Goulart 

Moda do final da década de trinta na posse de Getúlio Vargas , veja a a influência de Chanel era muito notável as roupas eram mais leves , a moda está ligada sim aso seus Fanchonistas.
BENJAMIM CAINÃ -EDITOR CHEFE
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