
Como o conheci.
Nossa avida é uma coisa fantástica ,nascemos morremos voltamos a viver , retornamos para o ambiente que nos formou, sempre fui fã do escritor Antônio Carlos Viana ,aliais sou fã de muitos escritores e escritoras , mas nunca tinha tido o privilégio de falar com um até esse dia , estudei o ultimo ano do ensino médio com um dos seus livros , Chamava-se "Roteiro de redação", ai pesquisei quem era aquele autor , vi a imagem de um homem com aparência intelectual introspectivo e tal, um vez fui a uma exposição na biblioteca Ephanio Dória estava la ele e todas as suas obras expostas ao público, uma dia fui ao Cine vitória e vi um homem semelhante ao senhor que vi na exposição, conversei com ele sentamos falamos sobre o que eu estudava , também conversei com a esposa , e fomos nós assistir o filme depois de uma cerveja gelada .
O jeito que ele assistia era tão sério , mas ele não era uma pessoa assim tão seria e introspectiva que eu achava era um artista com toques de artista , com alma de artista sensível e educado , com a quela finesse faria quaisquer pessoa se encantar por ele , o tema do filme era Família , a esposa dele se afastou porque ela não gostava de ficar perto do ar-condicionado , o filme terminou ele me cumprimentou e disse Adeus .
Eu refletir muito hoje fui pego de surpresa com essa morte , aquele dia no cinema fora tão agradável , procurei tempo para participar de uma roda de leitura mais não tinha tempo , a ultima vez que o vi fora no shopping , mais nunca consegui falar com ele mais, nossa fora realmente um Adeus aquela noite no Cine Vitória marcou , amigo que Deus reserve um bom lugar para você , pena não haverá mais filmes mais rodas literárias , lembrei do seu Adeus e não entendi , porque para os franceses o Adeus e um índice de que nunca mais iremos encontrar essa pessoa , mas eu disse até breve , até breve porque nada termina , somos contínuos caminhamos e evoluirmos , quando morremos é apenas um termino de um ciclo uma missão dada pelo plano divino até breve amigo , do rapaz ainda desconhecido do Cine Vitória.
O ultimo conto que li dele fora Moolight Serenade no jornal Cinforme, de fato ele sempre esteve perto se não de corpo presente , estará sempre imortal nas palavras.(BC)
NOSSO LAR, DE ANDRÉ LUIZ
PSICOGRAFADO POR CHICO XAVIER
PRÓLOGO - PARTE 2:
MENSAGEM DE ANDRÉ LUIZ
A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é jogo escuro das ilusões.O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples.
Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! É mister percorrer-vos, antes de tentar a suprema equação da Vida Eterna! É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe, no longo processo do aperfeiçoamento espiritual!... Seria extremamente infantil a crença de que o simples "baixar do pano" resolvesse transcendentes questões do Infinito.
Uma existência é um ato.
Um corpo - uma veste.
Um século - um dia.
Um serviço - uma experiência.
Um triunfo - uma aquisição.
Uma morte - um sopro renovador.
Mais as coisas findas muito mais que lindas essas ficarão(Carlos Drummond de Andrade)

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